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Programa de Suporte ao Paciente

Um PSP vale pelo que acontece depois da inscrição.

Inscrever o paciente é a parte visível. O que decide o resultado do programa é a continuidade — e é justamente aí que a maior parte dos programas perde visibilidade.

Ilustração abstrata de muitas linhas finas convergindo em um canal ordenado.

O que é um Programa de Suporte ao Paciente

Um Programa de Suporte ao Paciente — PSP, também chamado de programa de apoio ao paciente ou patient support program — é um conjunto de serviços mantido por um laboratório farmacêutico para apoiar quem foi indicado a um tratamento. Dependendo do desenho, pode incluir orientação sobre a terapia, apoio à administração do medicamento, suporte de acesso, acompanhamento de continuidade e canais de atendimento.

A operação de um PSP costuma ser conduzida pela área de Patient Services ou Patient Support, com participação de Medical Affairs, Market Access e, cada vez mais, das áreas de Digital Health. O programa é do laboratório: as regras de elegibilidade, os serviços oferecidos e as responsabilidades de tratamento de dados são definidos por ele.

Onde os programas costumam perder visibilidade

Três lacunas aparecem com frequência em programas de doença crônica, e nenhuma delas é resolvida por mais material impresso:

  • Entrada com fricção. Entre a indicação do médico e a ativação efetiva do paciente existem etapas — elegibilidade, consentimento, coleta de dados — em que se perde gente sem que ninguém saiba exatamente onde.
  • Abandono silencioso. O paciente para de interagir e isso só aparece muito depois, quando já não dá para agir. Pior: quando aparece, raramente se sabe se foi o paciente que saiu ou o contato que falhou.
  • Execução sem medida. Sem dado estruturado sobre o que foi enviado, respondido e perdido, a avaliação do programa vira percepção.

Como a TrackFit participa

A TrackFit não substitui o PSP. Ela opera a camada de acompanhamento longitudinal dentro do programa: conduz a jornada pelo WhatsApp, coleta respostas estruturadas, calcula os indicadores configurados e devolve visibilidade de execução para a equipe — além de recortes agregados para o laboratório.

  • Condução da jornada

    Estado: Disponível hoje

    Grade de dias, questionários condicionais, lembretes, tratamento de resposta inválida e encerramento com motivo registrado.

  • Indicadores de execução e engajamento

    Estado: Disponível hoje

    Taxa de resposta, pontualidade, funil por pergunta, sessões concluídas, parciais e perdidas, e detecção de abandono com causa.

  • Recortes agregados para o laboratório

    Estado: Disponível hoje

    Sempre pseudonimizados e com supressão de amostras pequenas. Ver o que o painel mostra.

  • Convite e onboarding para o PSP

    Estado: Em preparação

    Fluxo de convite, manifestação de interesse e entrada estruturada no programa. Ver como está sendo desenhado.

  • Integração com o sistema do PSP

    Estado: Em preparação

    Troca de dados com plataformas do programa é escopo de projeto e depende de base legal e trilha de partilha. Não existe API pública hoje.

Perguntas frequentes

O que costuma ser perguntado sobre PSP.

A TrackFit é um PSP?

Não. Um Programa de Suporte ao Paciente é do laboratório, com suas próprias regras, serviços e responsáveis. A TrackFit é a camada de acompanhamento e coleta estruturada que pode operar dentro de um programa desses, conforme o desenho combinado.

A TrackFit se integra ao meu PSP atual?

Integração técnica com o sistema do PSP é escopo de projeto, não uma capacidade pronta. Não existe hoje API pública de integração, e qualquer troca de dados precisa de base legal, finalidade definida e trilha da partilha — desenhadas antes da primeira coleta.

Vocês entregam contato de pacientes para o programa?

Não. Repasse de paciente identificado a terceiro é uma operação que exige consentimento com finalidade própria, registro da partilha e regras específicas — nada disso opera hoje. O que existe hoje é o acompanhamento e o recorte agregado.

Quais indicadores do programa dá para acompanhar?

Indicadores de execução e engajamento da coleta: taxa de resposta, pontualidade, funil por pergunta, sessões concluídas, parciais e perdidas, e sinais de abandono com distinção entre falha técnica e ausência do paciente.

Convite e onboarding de pacientes

Traga o desenho do seu programa.

Quais serviços ele oferece, qual é o ponto de entrada do paciente e o que precisa ser medido. A partir daí dá para dizer, com precisão, o que a TrackFit resolve e o que não resolve.