Sobre a TrackFit
Uma plataforma para o intervalo entre as consultas.
A TrackFit nasceu de uma constatação simples: em doença crônica, quase tudo acontece longe do consultório, e quase nada disso é registrado. Nosso trabalho é fechar essa lacuna no canal que o paciente já usa, sem transformar o acompanhamento em mais uma tarefa.

O que fazemos
Acompanhamento que vira registro.
A TrackFit conduz jornadas de acompanhamento de pacientes pelo WhatsApp: questionários estruturados, coleta de informações relatadas pelo paciente, leitura de receita e exame, e indicadores calculados sobre essas respostas. Do outro lado, médicos e equipes de operação enxergam a linha do tempo do paciente, e programas de saúde enxergam recortes agregados da coorte.
A operação atual acompanha pessoas com doenças inflamatórias intestinais — Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa. O motor de fluxos, os questionários e os indicadores são configuráveis, então novas doenças e protocolos são desenho de programa, não reconstrução de produto.
Como trabalhamos
Quatro decisões que definem o produto.
Não são valores de parede. São escolhas de engenharia que aparecem no comportamento da plataforma todos os dias.
- 01
O registro é o produto
A conversa é o meio. O que fica é o registro: o que foi perguntado, o que foi respondido, o que faltou e por quê. Um dado que não pode ser explicado depois não serve para decisão nenhuma.
- 02
Ausência não é zero
Dia sem resposta não vira sintoma ausente. Falha de envio não vira abandono do paciente. Separar essas coisas é mais trabalhoso e é o que torna o dado utilizável.
- 03
Perguntar de novo é melhor que adivinhar
Quando a plataforma não entende a resposta, ela confirma com o paciente. Se ainda assim não entender, encerra com educação e chama gente. Ela nunca preenche por conta própria.
- 04
Dizer o que ainda não existe
Este site marca explicitamente o que está pronto, o que depende do desenho do programa e o que está em preparação. Descobrir isso na diligência é pior para todo mundo.
Transparência
O que este site não publica — e por quê.
Um site institucional de healthtech costuma ser o lugar onde a régua afrouxa. Aqui, algumas coisas ficaram deliberadamente de fora porque não temos como sustentá-las com evidência hoje.
- Nomes de clientes e parceiros. Só entram com autorização e contrato vigente.
- Número de pacientes, taxa de adesão ou resultados. Qualquer número precisa vir com data, janela e método — não de uma estimativa de marketing.
- Estudos clínicos e validação científica. Não existem hoje. Coletar dado estruturado não é o mesmo que produzir evidência.
- Certificações e níveis de serviço. Não temos certificação para citar, e SLA depende do escopo contratado.
- Preço e prazo de implantação. Dependem do programa; publicar uma média sem contexto engana os dois lados.
Dados institucionais
A empresa por trás da plataforma.
- Razão social
- TRACK TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS LTDA.
- Nome fantasia
- TrackFit
- CNPJ
- 34.106.694/0001-68
- Localização
- Avenida Presidente Juscelino Kubitschek — conjunto 32
Vila Nova Conceição — CEP 04543-011
São Paulo/SP
Quer entender se faz sentido para o seu caso?
A conversa começa pelo que precisa ser acompanhado, e não por uma demonstração de funcionalidades.